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Vídeos para Otorrinolaringologistas

Otorrinolaringologia tem um problema que quase nenhuma outra especialidade tem: o próprio nome é uma barreira. Ninguém com dor de garganta digita "otorrinolaringologista" — digita "médico de garganta", "médico de ouvido", "médico de sinusite".

Some-se a isso o alcance da área, que o paciente desconhece. Ronco, apneia, tontura, zumbido, rinite, perda de audição, rouquidão e refluxo alto passam por você, e boa parte das pessoas convive com esses quadros sem saber a quem recorrer.

É o cenário em que conteúdo em vídeo rende mais: cada assunto traz alguém que não sabia que o problema dele tinha dono.

Luan Silva de blazer bege, apontando para as câmeras na traseira do celular
Pautas

Os quadros que trazem paciente

Cada um destes é uma pessoa que convive com o sintoma há anos sem procurar.

Ronco e apneia do sono

Chega quase sempre por reclamação de quem dorme ao lado. Explicar o risco cardiovascular muda a urgência percebida.

Tontura e labirintite

Termo que o paciente usa para tudo. Diferenciar as causas é conteúdo de altíssima procura.

Zumbido

Sintoma que gera muita angústia e pouca informação confiável disponível.

Rinite que ninguém trata

Convivência crônica tratada como normal. Conteúdo que mostra o que é possível costuma render consulta.

Perda de audição

Principalmente a que chega tarde, quando a família já percebeu e o paciente ainda nega.

Rouquidão que não passa

O sinal de alerta que mais é ignorado. Explicar o prazo de investigação é conteúdo de saúde pública.

Antes do roteiro

O alcance da especialidade pode ser dito — o milagre não

Norma consultada: Resolução CFM 2.336/2023, em vigor desde 11/03/2024. O que segue vale para o conteúdo, não substitui a orientação do seu conselho regional — e quem responde tecnicamente pelo que é publicado é você. Norma conferida em setembro de 2026.

Listar o que a otorrinolaringologia trata é informação factual, e é o conteúdo mais valioso que você pode produzir. O cuidado fica na fronteira entre explicar um tratamento e anunciá-lo como solução definitiva: a norma veda prática revolucionária, milagrosa ou método não reconhecido.

Vale também para tecnologia. A resolução permite divulgar os equipamentos disponíveis, mas não atribuir a eles capacidade privilegiada em relação a outros — e é aí que a comunicação de consultório costuma escorregar.

O quadro completo do que a Resolução CFM 2.336/2023 passou a permitir e do que continua vedado está em vídeos para médicos. A mesma resolução vale para ginecologistas e para endocrinologistas. Nada aqui substitui a orientação do seu CRM — quem responde tecnicamente pelo que é publicado é você.

Produção

Como a produção acontece

01

Tradução do nome

A primeira decisão é de linguagem: o conteúdo fala como o paciente fala, não como o CRM registra.

02

Pauta por sintoma

Um vídeo por queixa, porque é assim que a busca acontece.

03

Gravação no consultório

Equipamento de exame em cena ajuda muito a concretizar o que a consulta é.

04

Séries por área

Ouvido, nariz e garganta viram blocos, e cada bloco rende meses de publicação.

FAQ

Perguntas frequentes

Devo usar o nome da especialidade nos vídeos?

Use, mas não como porta de entrada. O título e a primeira frase falam do sintoma; a especialidade aparece na explicação.

Posso mostrar o exame sendo feito?

Procedimento em andamento com paciente está vedado. O equipamento e a sala, não — e costumam bastar.

Consigo conteúdo para o ano inteiro?

A área tem um repertório de queixas grande o bastante para isso. O que define o volume é o planejamento de pauta.

E se eu atender muito público infantil?

Muda a linguagem e muda quem assiste: o conteúdo passa a falar com a mãe e com o pai, não com o paciente.

Prova

Exemplos do segmento, sob demanda

A grade pública de trabalhos está sendo montada. Até lá, eu envio pelo WhatsApp as produções mais próximas do seu caso — do seu segmento, no formato que você precisa — em vez de mandar um catálogo inteiro para garimpar.

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Me conte quais queixas mais chegam ao seu consultório. Cada uma delas é um vídeo que traz quem está convivendo com o sintoma.